Bia e Débora Carneiro ficaram com a prata e o bronze e reverenciaram a britânica Louise Fiddes
Por Redação do ge
As gêmeas Bia e Débora Carneiro reproduziram o histórico pódio de Jordan Chiles, Simone Biles e Rebeca Andrade nas Olimpíadas. As duas fizeram uma dobradinha brasileira e ficaram com o bronze e a prata, respectivamente, nos 100m peito feminino SB14. Ao subirem ao pódio, reverenciaram a britânica Louise Fiddes, medalhista de ouro.
Fiddes venceu a prova por 55 centésimos e garantiu o ouro. Na última edição paralímpica, em Tóquio, ela ficou com a medalha de prata na mesma prova. Débora e Bia completaram o pódio com os tempos de 1:16.02 e 1:16.46, respectivamente. Em Tóquio, as duas disputaram a final dessa prova. Beatriz ficou em terceiro lugar, e Debora ficou em quarto. No Mundial de 2023, as duas fizeram dobradinha, com ouro de Débora e prata de Beatriz.
– É muito emocionante. Eu me sinto emocionada porque carregar uma medalha, só a gente sabe o que a gente sofre, que a gente perde festa, perde muita coisa para estar aqui. A natação é nossa vida. Eu me sinto muito honrada – disse Bia.
Beatriz foi diagnosticada aos seis anos com deficiência intelectual. Iniciou a natação como hobby e, aos 12 anos, começou a competir. Está desde 2017 na seleção brasileira. Já Debora nasceu com deficiência intelectual grau moderado. Conheceu a natação em 2013, quando tinha 14 anos.

















