Voz marcante da televisão brasileira, falecido neste domingo, aos 92 anos, nasceu em Codeirópolis, no interior de São Paulo
Por Redação do ge — Cordeirópolis, SP
Léo Batista, falecido neste domingo aos 92 anos, era natural de Cordeirópolis, no interior de São Paulo, onde deu os primeiros passos na locução antes de se tornar a voz marcante da televisão brasileira. Em homenagem ao filho ilustre, a prefeita Cristina Saad decretou luto oficial de três dias.
A postagem do perfil oficial da cidade nas redes sociais também lembrou o início da carreira de Léo Batista, “do improviso num canto de sua casa, para o sistema de alto-falante de Cordeirópolis, no coreto da Praça Comendador Jamil Abrahão Saad – antes chamada João Pessoa” (veja mais abaixo o texto na íntegra).
O ícone do jornalismo esportivo lutava contra um tumor no pâncreas. Ele foi internado no último dia 6 de janeiro e resistiu por 13 dias. Léo Batista participou de momentos inesquecíveis da sociedade brasileira ao longo de quase 80 anos de carreira.
Foi o primeiro jornalista, por exemplo, a informar o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, na Rádio Globo. Quarenta anos depois, na TV Globo, anunciou a morte de Ayrton Senna horas após o acidente em Ímola, na Itália.
Em mais de 50 anos de trajetória na TV Globo, o botafoguense Léo Batista se tornou sinônimo de esporte. Cobriu Copas do Mundo, Olimpíadas, corridas de Fórmula 1, apresentou os principais programas do canal e fez parceria até com uma zebrinha, ao anunciar os resultados da loteria esportiva no Fantástico.


















