MEIO AMBIENTE – Horto Florestal: confira as medidas preventivas contra a Febre Maculosa

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Presença de capivaras no espaço turístico tem sido motivo de preocupação para pasta

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente reforça que os frequentadores do Horto Florestal devem adotar medidas preventivas contra a Febre Maculosa. A doença é causada pela bactéria Riquétsia (Rickettsia rickettsii), transmitida aos seres humanos através da picada do carrapato-estrela infectado pelo micro-organismo.
Esse carrapato pode utilizar como hospedeiro animais silvestres como capivaras, quatis e gambás, além de animais domésticos como cavalos, bois e cães.

Orientações

A população de capivaras no Horto Florestal registrou um aumento após a chegada de um grupo que se instalou no espaço, informa a pasta. Para evitar o contágio, tutores que costumam levar animais domésticos para passeios no local devem submeter o pet ao tratamento permanente contra carrapatos.
A orientação é que o frequentador não utilize o gramado no entorno do lago para se acomodar. O correto é utilizar os bancos disponíveis. Também é recomendado o uso de repelente nas pernas. Além disso, as visitas ao espaço e às trilhas devem ainda ser feitas com calçados fechados.
Caso apresente sintomas da doença (febre, dor de cabeça e dores musculares, erupções, geralmente com pele escura ou crosta no local da picada do carrapato), a pessoa deve procurar o serviço de saúde imediatamente.

Prevenção

A Secretaria do Meio Ambiente lembra que é proibida qualquer ação de controle como caça, captura ou esterilização de capivaras por parte do município. “Embora não exista registro de contaminação no Horto Florestal e exames de sorologia realizados em 2017 não tenham detectado a bactéria, é nossa responsabilidade monitorar a saúde dos animais existentes no entorno do lago, ainda que os mesmos não apresentem sintomas de animais infectados”, diz a pasta.
Em contrapartida, a simples adoção das medidas citadas já é uma forma de minimizar os riscos para os frequentadores do espaço turístico, salienta o município. “As capivaras não podem ser consideradas vilãs. Esses processos ocorrem por conta do desequilíbrio ambiental existente em nossas cidades”, esclarece o Meio Ambiente.

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