Itapetininga fica entre as 100 cidades que mais geraram empregos no país e 12ª no Estado de SP no ano passado

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Itapetininga, mesmo diante da pandemia, avançou na criação de empregos em 2020. O município ficou em 88ª colocação no país e 12ª posição no estado de São Paulo na geração de postos de trabalho. Durante o ano passado, a cidade acumulou saldo positivo de 1.191 novas vagas com carteira assinada, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.
Durante o ano, Itapetininga superou a variação nacional e estadual. A cidade cresceu 3,57%, enquanto o país teve um avanço tímido de apenas 0,37% e o Estado de São Paulo ficou estável em -0,01% e Sorocaba registrou 0,27%, em relação ao número de empregados registrados em 1º de janeiro de 2020. Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão no acumulado do ano foi de R$1.777,30. Comparado ao ano anterior, houve aumento real de R$ 62,66 no salário médio de admissão, uma variação de +3,65%.
Com os números, Itapetininga ficou em primeiro lugar na Região Metropolitana de Sorocaba (RMS). Conforme a presidente da RMS e prefeita de Itapetininga, Simone Marquetto, o setor da construção civil estava travado no passado, foi retomado com a construção de mais de 11 mil imóveis nos últimos quatro anos. “Somente este setor foi capaz de girar centenas de empregos diretos e indiretos. Novas rodadas de empreendimentos estão previstas para este ano”, antecipou Simone que já recebeu vários empresários para discutir o assunto.
Conforme a chefe do Executivo, com uma nova âncora na criação de emprego, a gestão municipal também reforçou um setor com vocação histórica: agropecuária. “Diversificamos ainda mais o plantio e resgatamos a bacia leiteira”, acrescentou. “Demos passos firmes para se descolar da crise econômica da pandemia”, lembrou. “Sem esquecer das preocupações sanitárias com a Covid-19”, alertou. “E a cidade fortalece cada vez mais como polo de serviços e comércio”, frisou ainda.
Os números demonstram a retomada econômica de Itapetininga que se afasta dos efeitos da pandemia. Para a prefeita Simone Marquetto, o empresário de Itapetininga demonstrou maior criatividade para manter as vendas, sem abrir mão das precauções sanitárias necessárias. Segundo a prefeita Simone Marquetto, todos os investimentos na cidade foram facilitados, com menos burocracia e apoio ao empresariado.
A chegada de novas empresas foi outro ponto positivo. “Foram novos investimentos, com a contratação de pessoal desde a construção civil, como engenheiros, pedreiros, eletricistas, pintores até a equipe de logística, vendas e gerente.” Desde o início da gestão, em 2017, foi aberto um ciclo positivo para os empresários locais e atração para os empreendimentos estão chegando na cidade. “São mais empregos”, resumiu.
Segundo o Caged, foram oito meses com resultados favoráveis, um estável e três com queda devido à circulação do vírus Covid-19. As profissões mais contratadas em Itapetininga foram trabalhadores agropecuários e extrativistas florestais com abertura de 648 postos de trabalho, técnicos de manutenção e reparação com saldo de 220 novas vagas e, na sequência, operários da área industrial (84).
A cidade possui um contingente total de 34.575 pessoas com carteiras assinadas. Os destaques em 2020 ficaram para a Agropecuária (em especial a Produção Florestal, Laranja e Aves), a Indústria (com impulso nos setores de Produção de Alimentos, Confecção de Vestuário, Móveis, Papel e Celulose, Máquinas e Equipamentos, Produtos de Vidros e Cerâmicos) e Comércio (empresas varejistas e atacadistas).

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