Arthur Zanetti fatura três ouros no Campeonato Brasileiro de Especialistas

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Perfeito em suas apresentações, o campeão olímpico Arthur Zanetti (foto) levou três ouros nos três aparelhos disputados no Campeonato Brasileiro de Especialistas, encerrado neste domingo, na Arena Carioca 3, no Rio de janeiro, e fechou a competição com 100% de aproveitamento.
Além de ganhar no aparelho em que tem duas medalhas olímpicas, as argolas, com nota 15.050, Arthur também foi o campeão brasileiro no solo, com 14.150, e no salto, com 14.200. Medalhista olímpico na Rio 2016 com o bronze no solo, Arthur Nory, do Pinheiros, foi o melhor na barra fixa e fechou a prova com 14.400. Lucas Bitencourt e Felipe Ferreira, ambos do Minas, foram o segundo e terceiro colocados, respectivamente.
“Consegui melhorar o que eu tinha errado na sexta-feira, no solo. Ainda dá para melhorar um pouco – ajeitar alguns passinhos -, mas a série foi muito boa no geral, gostei bastante. Nas argolas, eu diminui um pouco a série – o Marcos (Goto, o técnico) pediu porque não seria necessário fazer a série oficial. Mas fiz a série apenas um décimo abaixo, sempre buscando a cravada na saída. E cravei. Então, o objetivo foi concluído”, comentou Zanetti.
Depois do desempenho notável no Rio, o ginasta do Serc Santa Maria tem como os principais desafios na sequência da temporada os Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, entre julho e agosto, e o Mundial de Stuttgart, na Alemanha, em outubro.
Entre as mulheres, Isabelle Cruz, do Flamengo, foi campeão no salto, com 13.867. Letícia Costa, do Fluminense, foi a segunda colocada, e Thayse Silva, do Grêmio Náutico União, completou o pódio. Lorrane Oliveira ficou com o ouro nas barras, Flávia Saraiva foi prata e Jade Barbosa, bronze.
A ordem das medalhas se inverteu na trave. Flávia Saraiva, com uma exibição segura, foi a campeã, recebendo a nota 13.500, e Lorrane terminou em segundo. O bronze ficou com Júlia Soares, do Cegin, que também ficou em terceiro no solo. O ouro foi para a jovem Ana Luisa Lima, de 13 anos, com 14.100 e a prata foi de Jade Barbosa.

LESÃO – A notícia triste da competição foi a lesão grave de Rebeca Andrade. A jovem ginasta do Flamengo sofreu entorse no joelho direito e será submetida a uma cirurgia. Os exames constataram uma lesão no ligamento cruzado anterior e o tempo de recuperação, de acordo com o médico do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Rodrigo Sasson, é de oito meses. A lesão de Rebeca é no mesmo joelho que operou em 2017 e a fez ficar de fora do Mundial de Montreal, no Canadá, no mesmo ano.
“A equipe continuará trabalhando de forma unida. Já conversamos com todo o nosso time de treinadores e médicos para colocarmos juntos o plano de recuperação para a Rebeca imediatamente, após a cirurgia. Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que ela está muito forte e confiante em sua recuperação”, disse o treinador-chefe da seleção brasileira de ginástica artística feminina, Valeri Liukin.

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